• Dois séculos de Know-How

A história da Roça Diogo Vaz começa em 1880, no coração do paradisíaco arquipélago de SÃO TOMÉ E PRINCIPE. Localizada no oeste do continente africano, perto do equador, e protegida por um cenário verde único, a floresta de cacaueiros Roça Diogo Vaz cobre mais de 420 hectares. A riqueza do solo vulcânico e seu clima tornam-no num terroir que permite produzir um cacau único no mundo. Após a abolição da escravatura, São Tomé e Príncipe tornou-se, em 1910, no maior produtor mundial de cacau, com 35.000 toneladas. Pelo seu desenvolvimento histórico, este pequeno país africano é chamado de Ilha do Chocolate.

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  • Um novo ímpeto para a Roça

Após a sua remodelação em 2014, Roça Diogo Vaz recebeu a certificação de agricultura Biológica, respeitando sua herança e know-how ancestral.

A roça Diogo Vaz é uma das mais antigas da ilha, e conta com investimentos em inovação em busca, sempre, da excelência.

 

Entre as duas épocas de colheita de cacau, a equipa local cuida das árvores para que cada safra seja sublime, com a colheita de um cacau excepcional com aromas únicos.

A excelência de nossos grãos já conquistou os maiores chefs do mundo.

 

Hoje, nossos esforços são recompensados ​​pela lealdade de muitos profissionais da gastronomia francesa. As Lojas  Diogo Vaz oferecem uma gama de produtos criados  por grandes nomes da pastelaria Francesa.

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  • 2016, a consagração para a excelência

Com o apoio dos melhores especialistas do sector, a marca está presente nas maiores feiras de chocolate do mundo. Olivier CASENAVE, Chef chocolateiro francês e diretor técnico, ganhou o prémio de Melhor Tablete do Mundo 2016, como cacau Diogo Vaz (Salon du Chocolat em Paris).

  • 2018, o reconhecimento do know-how

O chocolate Diogo Vaz ingressou no prestigiado Culinary College of France em 2018, permitindo que os nossos produtos fossem referenciados nos restaurantes e pelos artesãos pasteleiros mais prestigiados de França.

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Desde o cacaueiro até à tablete, o verdadeiro sabor do chocolate.

“A produção de cacau pode ser comparada à da vinha, no entanto, a sua fragilidade significa que apenas devem ser utilizados processos naturais. Como um grand cru, essa cultura exigente e delicada oferece aromas ainda desconhecidos pelo público em geral. ” William MARTIN, Diretor Executivo

o chocolate é produzido a partir dos melhores grãos de cacau da Roça Diogo Vaz, na ilha de São Tomé e Principe. As variedades orgânicas de cacau oferecem uma qualidade rara, e permitem-lhe provar o verdadeiro sabor do chocolate.


O processo de fabrico e venda do chocolate Diogo Vaz é único no mundo:

 

1. Produção e colheita
A roça Diogo Vaz produz suas próprias plantas e a colheita de todos os seus frutos. Durante 140 anos, este processo ancestral tem preservado cada fruto deste terroir único.

 

2. Fermentação
Os grãos de cacau são extraído manualmente das cápsulas e cuidadosamente envoltos em folhas de bananeira. Durante esta fase, os grãos de cacau desenvolvem aromas profundos e subtis.

3. Secagem
Os grãos de cacau fermentados são colocado em longas bancas, para secar lentamente graças aos raios solares e à calma do arquipélago de São Tomé e Príncipe.

4. Torrefação
Sempre em solo são tomense, os grãos de cacau são delicadamente torrado, para exaltar a sua excepcional paleta aromática. 

 

5. A moagem e a mistura
Os grãos de cacau são então cuidadosamente separado e esmagado para produzir pepitas de cacau. Misturadas, com precisão, à manteiga de cacau e açúcar, a combinação destes três ingredientes produz um chocolate raro.


6. Moldagem e Embalamento

O chocolate é então moldado, dando-lhe o seu aspecto final e brilho autêntico. Finalmente, o chocolate é embalado manuelmente pelos nossos colaboradores.

Entre o know-how ancestral e a inovação, Diogo Vaz garante a produção desde a colheita até ao produto final e, hoje, oferece a oportunidade de provar um chocolate único no mundo.

Na ilha de São Tomé, uma vila inteira está se mobilizando para criar um chocolate excepcional.
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Localizada no oeste do continente africano, junto ao equador, a ilha de São Tomé e Príncipe é um arquipélago situado no centro do mundo. A riqueza do solo vulcânico e o clima local, fazem dele um terroir único que permite produzir um dos melhores cacaus do mundo.

 

As condições naturais permitem que as cápsulas e os seus grãos adquiram uma maturidade harmoniosa. A Ilha de São Tomé e Principe é um local privilegiado, onde o solo, o sol e a vegetação ocupam um lugar importante, e resultam em um cacau típico, em vários aspectos.

Como para um ótimo vinho, o “terroir” é um elemento-chave no design do chocolate. Sem o raro e natural ecossistema de São Tomé, nada seria possível, e é revelado graças ao know-how ancestral dos habitantes da vila e ao trabalho da equipa de Diogo Vaz. É necessário seleccionar as variedades, trabalhar as misturas, adaptar as técnicas e definir as condições de cultivo. Este trabalho é único.

Com base em duas convicções importantes, a equipa de Diogo Vaz pretende promover a produção biológica, oferecendo ao mesmo tempo melhores condições de vida à população local.

Para além da criação de actividade económica e do reforço do know-how dos aldeões, todos os anos :

1 • Desenvolvemos a educação das crianças: construção ou renovação de escolas (300 alunos), criação de creches, financiamento da escolaridade, estágios, transporte escolar, etc.

2 • Oferecemos formação profissional e aulas de condução (escola de condução).

3 • Cuidamos do acompanhamento médico dos colaboradores: médico disponível para os colaboradores em caso de doença ou acidente de trabalho e criação de um serviço de ambulância.

4 • Aderimos estritamente a uma abordagem ambiental: auto-suficiência alimentar, recolha e reciclagem de resíduos, doação de sementes aos residentes, hortas partilhadas, etc.

5 • Renovamos edifícios históricos e reconstruímos edifícios dentro da aldeia para melhorar as condições de vida: água potável, saneamento, etc.

6 • Criamos ajudas sociais e económicas para os aldeões: abonos de família, reforma, programa de integração das mulheres, microcrédito.

Para criar o chocolate Diogo Vaz, toda uma aldeia deve ser mobilizada.